"Excelência em gestão"

Empresa especializada em treinamentos corporativos, reestruturação organizacional de micros, pequenas e médias empresas nas áreas financeira, administrativa e de recursos humanos.


quarta-feira, 13 de setembro de 2017


Lideranças Informais

É comum nas organizações existir os chamados "líderes informais", lideranças que costumam ter forte influência sobre as ações das pessoas, em casos mais extremos chegam a ter mais poderes de persuasão que os próprios líderes formais o que para a empresa pode ser positivo ou negativo, dependendo do momento e em que lado se encontram.

Os gestores precisam ter instrumentos assertivos que identificam quem de fato são essas lideranças e em que nível elas estão, de posse dessas informações é mais fácil criar ações que neutralizam os movimentos desmotivadores como radio pião, fofocas, intrigas e conversas pararelas que distorcem a realidade dos fatos criando um clima interno ruim. Quando o clima organizacional vai mal as pessoas se sentem desmotivadas e acaba refletindo diretamente na produtividade, qualidade e consequentemente na rentabilidade do negocio. 

Mas como identificar os "lideres informais"? A Pesquisa de Clima Organizacional e a Entrevista de Desligamento são instrumentos que facilitam a identificação, também é possivel identificá-los observando o comportamento das pessoas, por exemplo, notar quem são os aglutinadores, eles agem como se fossem luzes que atraem os insetos e vivem rodeados de pessoas, porém vale ressaltar que possuir um perfil desse tipo não os tornam vilões, pelo contrário, o problema é quando essa qualidade é utilizada de forma negativa e contra os interesses corporativos.

Fonte: Marcelo Garcia



Entrevista de Desligamento

Quando aplicada de forma ética, objetiva e sigilosa se torna um excelente instrumento de gestão, esse é o momento ideal para identificar fatos relevantes que muitas vezes os próprios gestores desconhecem como por exemplo a situação do clima organizacional, a relação entre lideres e liderados, as influências negativas das lideranças informais, os relacionamento entre pares, situações de assédios morais, sexuais, desperdícios, desvios e até fraudes.

A entrevista deve ser elaborada e aplicada pela área de Recursos Humanos em 360º garantindo anonimato ao colaborar que está sendo desligado, isso faz com que a pessoa se sinta mais segura em relatar os fatos.

Há de se tomar muito cuidado ao analisar o resultado final do processo, é um momento traumático para todos e no calor da emoção as pessoas acabam distorcendo a realidade dos fatos e criam situações irreais que podem prejudicar inocentes.

"Ao lidar com pessoas, lembre-se que você não está lidando com seres lógicos e sim com seres emocionais" Dale Carnegie




Fonte: Marcelo Garcia 

Governança Corporativa

Segundo o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, é o sistema pelo qual as organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os relacionamentos entre sócios, conselho de administração, diretoria, órgãos de fiscalização, controles e demais partes interessadas e tem como princípios básicos a transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa.

Transparência, consiste no desejo de disponibilizar para as partes interessadas as informações que sejam de seu interesse e não apenas aquelas impostas por disposições de leis ou regulamentos. Não deve restringir-se ao desempenho econômico-financeiro, contemplando também os demais fatores (inclusive intangíveis) que norteiam a ação gerencial e que condizem à preservação do valor da organização.

Equidade, caracteriza-se pelo tratamento justo e isonômico de todos os sócios e demais partes interessadas (stakeholders), levando em consideração seus direitos, deveres, necessidades, interesses e expectativas.

Prestação de Contas, os agentes de governança devem prestar contas de sua atuação de modo claro, conciso, compreensível e tempestivo, assumindo integralmente as consequências de seus atos e omissões e atuando com diligência e responsabilidade no âmbito dos seus papeis.

Responsabilidade Corporativa, os agentes de governança devem zelar pela viabilidade econômico-financeira das organizações, reduzir as externalidades negativas de seus negócios e suas operações e aumentar as positivas, levando em consideração, no seu modelo de negócios, os diversos capitais (financeiro, manufaturado, intelectual, humano, social e ambiental.) no curto, médio e longo prazo.

Governança Corporativa aplicada em pequenas e médias empresas
As instituições, independente do porte, segmento ou tempo de atividade podem e devem implantar os conceitos da boa governança, mesmo que no início seja informal preparando uma base sólida para o futuro.

Principais práticas
Criar um conselho consultivo com profissionais especializados internos  e/ou externos das atividades-fim.   
Elaborar indicadores de performance a fim de monitorar a eficiência da gestão.
Elaborar relatórios de gestão com informações claras, tempestiva e seguras.   
Definir as regras para contratação de gestores.
Estruturar um plano sucessório do principal gestor contendo regras claras e objetivas.
Estruturar um plano sucessórios para os cargos chaves da organização.
Criar políticas, normas e procedimentos internos a fim de mitigar riscos e proporcionar maior transparência.   
Realizar periodicamente auditorias com auditores internos e externos de forma mista e independente.
Analisar de forma sistêmica as opções de investimentos e captação de recursos financeiros.
Criar um comitê interno para tratar de assuntos relacionados a sustentabilidade.
Estabelecer meios de comunicação interno e externo a fim de prover as principais informações corporativas.
Definir ou ajustar de acordo com a realidade da empresa a missão, visão e valores.
Gerar uma cultura interna de visão a longo prazo definindo metas mensuráveis e alcançáveis.  
Definir a estrutura organizacional contendo cargos, salários, responsabilidades e subordinações .
Estabelecer políticas transparentes para contratações, promoções, demissões e aumentos salariais a fim de evitar erros de subjetividade, sentimentalismo e apadrinhamentos.
Criar ações motivacionais para que os colaboradores sintam orgulho do lugar onde trabalham e para que todos possam ter vontade de crescer e se desenvolver internamente.
Promover ações e políticas internas de recursos humanos a fim de valorizar a boa convivência entre os colaboradores e familiares.
Elaborar periodicamente pesquisas de clima organizacional para conhecer a percepção que os colaboradores possuem em relação a gestão, empresa, sócios e colegas de trabalho.
Apoiar os familiares e colaboradores que estão afastados de suas atividades por motivos de doenças.
Propiciar a equidade entre todos  e garantir que a diversidade será respeitada dentro e fora da organização independente da cor, credo, etnia ou opção sexual punindo os casos de discriminação e preconceito

É importante levar em consideração as limitações e individualidades internas de cada organização, para aquelas que possuem recursos financeiros escassos ou são pequenas o ideal é adaptar as práticas da GC de acordo com as suas reais condições e necessidades, algumas ações não têm custo, podem ser implantadas com facilidade e eleva a qualidade da gestão a um nível superior, outras requerem maturidade, planejamento e um determinado perfil de investimento. A GC deve ser conduzida de forma planejada, transparente e objetiva para que não corra o risco de ser interrompida de forma prematura e principalmente contar com o apoio e envolvimento de todos do mais alto ao mais baixo escalão.

O agravamento da crise financeira e a falta de ética na gestão das instituições públicas e privadas fica claro a necessidade que as empresas possuem de criar ações de Compliance voltadas ao controle e monitoramento de suas atividades.

O nome da família, empresa e o patrimônio devem ser preservados e a boa governança reduz o risco de fracasso nos negócios.

“Para ter um negócio de sucesso, alguém, algum dia, teve que tomar uma atitude de coragem”. Peter Drucker

Marcelo Garcia


Sistema de informação gerencial 

Independente do porte ou segmento de atuação todas as empresas precisam manter seus dados atualizados, principalmente no que tange a área financeira, esses dados quando bem elaborados e transformados em informações permitem análises rápidas e assertivas criando melhores condições de planejamento.   

“Uma empresa sem estratégia faz qualquer negócio. ” (Michael Porter

Para os micros e pequenos empreendedores que estão em fase inicial e ainda não possuem recursos financeiros suficientes para aquisição de um software de gestão é possível utilizar recursos paliativos como por exemplo planilhas elaboradas em Excel. 

Esse tipo de ferramenta oferece mecanismos de gestão que permite controlar praticamente toda a operação como caixa, produtividade, evolução das vendas, fluxo de caixa, Balanço Patrimonial, Demonstração de Resultados, indicadores de gestão, receitas e despesas, estoque e mais uma série de indicadores que podem auxiliar o gestor na administração e na tomada de decisões. 

O ponto forte e principal diferencial é que por ser elaborado em planilhas Excel não há custos com mensalidades, manutenções e infraestrutura de hardware evitando despesas onerosas que prejudicam o desempenho de um pequeno negócio.

Principais vantagens: rápido acesso aos relatórios e informações gerenciais; gráficos que facilitam a leitura; o negócio se torna mais competitivo uma vez que a empresa possui dados mais precisos; melhora alocação de recursos financeiros; permite diversas possibilidades de customização e controles, além de uma série de outros benefícios. 

“O Excel é uma ferramenta impressionante para quem precisa de planilhas customizadas com análises rápidas e dinâmicas".

Principais desvantagens: demanda conhecimentos específicos; maior tempo operacional e não há interligação das informações entre os subsistemas da empresa. 

Considerando as vantagens e desvantagens descritas, além de facilitar a gestão, os controles elaborados em Excel podem servir de base para um futuro processo de informatização quando a empresa começar a crescer, pois os principais softwares do mercado possuem ferramentas de importação desses dados.

Não importa como são elaborados, o importante é ter os principais controles gerenciais em mãos de forma rápida e precisa a fim de mitigar riscos e facilitar o planejamento.

“Para ter um negócio de sucesso, alguém, algum dia, teve que tomar uma atitude de coragem. ” Peter Drucker
  

Fonte: Marcelo Garcia 
Crise x  oportunidade
“Os grandes navegadores devem a sua reputação aos temporais e tempestade” Epícuro
A crise financeira e econômica sem precedentes que o Brasil está passando prejudica o desenvolvimento e aumenta o desemprego, porém para alguns setores da economia esta situação pode ser de grandes oportunidades, é o caso dos profissionais com expertise em gestão e empresas de consultorias.
As instituições vão precisar passar por reestruturações, repensar suas estratégias e em muitos casos mudar o rumo se quiserem sobreviver a toda essa turbulência. Momentos como esse são ideias para pensar diferente e fazer mudanças.  
Ações como: rever a forma de controlar as finanças; inovar; reduzir custos; reinventar a área comercial; criar novos produtos; repensar a relação com o meio ambiente, comunidade, clientes, parceiros e colaboradores serão ações de extrema importância para quem pretende sobreviver. 
O custo para manter um gestor experiente com bagagem suficiente para conduzir um processo tão importante como este e gerar mudanças positivas pode ser alto, a terceirização é a saída para muitas empresas que precisam reduzir custos sem perder a identidade e a qualidade da gestão.
Todas as empresas terão que estar preparadas para o pós crise, ou seja, as novas oportunidades de negócios estão aí, uma hora o Brasil vai voltar a crescer, afinal, esta não é a primeira e nem será a última crise, o país já passou por diversos momentos de instabilidade e sempre voltou a crescer, cada vez mais forte.
É realidade que muitos negócios vão desaparecer e felizmente outros vão surgir. Vai sobreviver quem estiver melhor preparado.
E a sua empresa vai fazer parte de qual grupo?

"Não há mal que sempre dure nem bem que nunca se acabe" 

Marcelo Garcia
Em momentos de crise, muitos negócios desaparecem
A instabilidade financeira e econômica sem precedentes que o Brasil está passando prejudica o desenvolvimento e aumenta o desemprego, porém não podemos afirmar que a crise é a única responsável pelo mau desempenho dos negócios, é preciso voltar o olhar para dentro e ver o que realmente está acontecendo. A má gestão é mais letal que uma crise.
Grandes fracassos podem ocorrer simplesmente pelo fato dos empresários não fazerem a lição de casa, ou seja, não prepararam a empresa para enfrentar as adversidades, em muitos casos faltou planejamento, inovação, desenvolvimento de novos produtos, organização, fidelização de clientes e o que é ainda pior deixaram de lado as ações que evitam desvios de dinheiro da pessoa jurídica para a pessoa física a fim de bancar as despesas pessoais dos sócios e seus familiares, vale salientar que não é errado usufruir do resultado do trabalho, pelo contrário, é justo, mas há de se pensar muito antes de mexer no caixa, mesmo quando os resultados são positivos. Retirar dinheiro do caixa da empresa sem planejamento pode sangra-la mortalmente deixando a fadada ao fracasso.
“A crise obriga a empresa a ter foco. A prosperidade, não. ” James Collins
É comum ver empresários em tempos de abundância negligenciar a gestão ou se envolver de tal maneira com o operacional que acabam esquecendo sua principal missão enquanto líder que é pensar estrategicamente no futuro e perenidade do negócio, isso inclui estar preparado para enfrentar os obstáculos, crises e as ameaças sejam internas e externas.
“Os grandes navegadores devem a sua reputação aos temporais e tempestade” Epícuro
É realidade que nesses momentos muitas empresas desaparecem, milhares de postos de trabalhos são fechados, por outro lado há também boas notícias, pois na crise surgem as grandes oportunidades de novos negócios. Vai sobreviver quem estiver melhor preparado!
E a sua empresa está preparada para enfrentar as adversidades do mundo corporativo? 

“Não espere por uma crise para descobrir o que é importante em sua vida” 

Marcelo Garcia
Finanças Corporativas

Captar recursos de terceiros e fazer aplicações financeiras não é uma tarefa fácil, principalmente quando não há dentro da empresa  profissionais com habilidades e conhecimentos técnicos para este tipo de operação, é preciso experiência e muita cautela a fim de analisar e selecionar os melhores produtos do mercado.  

“Regra número 1: nunca perca dinheiro. Regra número 2: não esqueça a regra número 1”. Warren Buffett

É de praxe alguns empresários confiarem este tipo de administração aos gerentes bancários onde as empresas mantém as contas, porém nem sempre pode ser a melhor opção levando em consideração que a maioria dos produtos ofertados pelos bancos precisam de atingimento de metas.
Ser prudente no controle das despesas, saber comprar e administrar bem as vendas são ações essenciais para a perenidade de qualquer organização, porém mesmo com todos esses cuidados se as negociações com bancos e outras instituições financeiras forem negligenciadas o resultado poderá ser fatal deixando o negócio fadado ao fracasso. Levando em consideração que o Brasil possui uma das maiores taxas de juros do mundo, dificilmente a empresa irá gerar caixa suficiente para cobrir esse tipo de gasto. 
Alguns "gerentes de relacionamento" conhecendo a fragilidade que muitos gestores possuem em relação a finanças corporativas acabam introduzindo em seus clientes os famosos “GA” como vendas casadas, produtos inadequados e o que é pior ocultando as reais taxas de juros dos empréstimos e financiamentos.
Para realizar bons negócios com bancos e instituições financeiras é imprescindível capacitar profissionais interno com habilidades específicas em negociação e conhecimento do mercado financeiro. 


O conhecimento é chave que abre as portas para o sucesso nas negociações.  

Marcelo Garcia