"Excelência em gestão"

Empresa especializada em treinamentos corporativos, reestruturação organizacional de micros, pequenas e médias empresas nas áreas financeira, administrativa e de recursos humanos.


terça-feira, 30 de maio de 2017

Operaçoes financeiras corporativas 

Para uma organização ter sucesso nas aplicações financeiras excedentes do caixa bem como na captação de recursos destinados a investimentos ou capital de giro é importante capacitar um profissional interno para acompanhar a movimentação do mercado e do segmento de atuação da empresa.

Captar recursos de terceiros no mercado e fazer aplicações financeiras não é uma tarefa das mais fáceis, porém quando realizada por profissionais capacitados as chances de fazer bons negocios aumentam consideravelmente gerando receitas e diminuindo despesas.

Pequenos empresários possuem o hábito de deixar essa administração nas mãos dos gerentes de bancos onde mantêm contas correntes, porém essa nem sempre é a melhor opção. A maioria dos produtos oferecidos por bancos precisam de atingimento de metas, seja no dia, semana ou mês e em alguns casos as opções apontadas podem não ser as melhores do momento, por isso a necessidade de manter um profissional com os conhecimentos necessários para poder analisar e argumentar se preciso for o que está sendo ofertado. Caso a empresa não possua recursos suficientes e nem estrutura para contratar um profissional com essas características existe a opção de contratar uma empresa de consultoria especializada para atuar nesses tipos de negociações, esses profissionais normalmente possuem capacitação e certificações como ANBID, CFA, CPA, entre outros.
Administrar bem as vendas, controlar os custos, diminuir despesas são ações essenciais para a sobrevivência de uma organização, porém mesmo com todas essas ações se o gestor negligenciar as negociações com bancos e outras instituições financeiras o resultado poderá ser fatal, considerando que pagamos uma das maiores taxas de juros do mundo e dificilmente a empresa irá gerar caixa suficiente para cobrir esse gasto.
Com base nos lucros que os bancos estão tendo anualmente, podemos ter uma noção clara do quanto estão enriquecendo a cada dia a custa do sacrificio do povo, principalmente dos empresários, enquanto milhares de postos de trabalhos fecham as portas todos os dias.
Os "gerentes de relacionamento" conhecendo a fragilidade que muitos gestores possuem sobre finanças acabam agindo de má fé tirando proveito da situação, deixando os banqueiros cada vez mais ricos e o país cada vez mais pobre.

O conhecimento é a chave que abre as portas para o sucesso nas negociações

Fonte: Marcelo Garcia

O que tem levado muitas empresas ao fracasso?

Não é somente a crise que tem levado empresas a bancarrotas, mais sim a má gestão e falta de controle, claro que não podemos negar que uma crise financeira potencializa e muito os problemas internos já existentes, porém essa dificuldade acaba servindo de pretexto para muitos empresários que se aproveitam e pegam carona na situação.
A maioria dos fracassos empresariais ocorrem porque simplesmente a lição de casa não foi feita como deveria, a empresa não estava preparada para enfrentar as adversidades, faltou planejamento, inovação, desenvolvimento de novas parcerias, organização, cuidado com as finanças, atenção aos colaboradores e principalmente ações para evitar desvios de recursos financeiros da pessoa jurídica para a pessoa física a fim de bancar os luxos e as despesas pessoais dos sócios, inclusive de familiares, não que seja errado usufruir do resultado do trabalho, pelo contrário, é justo, mas há de se pensar muito antes de mexer no dinheiro, mesmo quando esta apresentando resultados positivos. Retirar dinheiro do caixa sem planejamento pode sangra-la mortalmente, fazendo com que fique fadada ao fracasso.
É comum o principal gestor em tempos de abundância negligenciar a gestão ou se envolver de tal maneira com o operacional que acaba esquecendo que sua principal missão enquanto líder fundador e empreendedor é pensar estrategicamente no futuro e na perpetuação da sua organização e isso inclui estar preparado para enfrentar possíveis crises e ameaças externas.

Fonte: Marcelo Garcia



A crise pode gerar grandes oportunidades de negocios 

A crise política, econômica e financeira que está assolando o país prejudica o desenvolvimento da nação e aumenta o desemprego, porém para alguns setores da economia esta situação pode ser transformar em grandes oportunidades de negocios, é o caso do segmento de consultoria empresarial uma vez que as organizações precisam se restruturar para enfrentar os problemas atuais e os que estão por vir.
Rever os controles financeiros, administrativos, inovar, reduzir os custos operacionais, reinventar a área comercial, criar novos produtos, repensar a relação com a comunidade, clientes, parceiros e colaboradores serão ações de extrema importância para quem quer sobreviver.
O custo para manter um gestor administrativo interno formalizado pode ser alto e a terceirização de algumas áreas ligadas a administração pode ser a saída para muitas empresas que estão reduzindo seus quadros de colaboradores sem perder a qualidade da gestão.
As empresas terão que se reinventarem se quiserem continuar no mercado e também terão que se preparar para o pós crise, ou seja, podem estar aí as novas oportunidades de negócios. Uma hora o Brasil vai voltar a crescer, afinal, essa não é a primeira e nem a última crise que passamos, o país já passou por diversas e sempre voltou a crescer cada vez mais forte. Vai sobreviver quem estiver melhor preparado.

"Não há mal que sempre dure nem bem que nunca se acabe" 

Marcelo Garcia 


Auditoria 

A auditoria consiste em analisar os documentos contábeis de uma organização seja ela com fins lucrativos ou não garantindo a veracidade das informações registradas, serve também para conferir se as normas e procedimentos internos e determinadas em leis estão sendo cumpridos na íntegra.

Quando aplicada periodicamente evita fraudes, mitiga riscos e evita prejuízos, pois mantém as pessoas sempre alertas e mais atentas no desenvolvimento de suas atribuições e responsabilidades, o trabalho pode ser realizado uma vez ao ano ou por demanda.

A empresa precisa definir de que forma e por quem será realizada a auditoria, se por profissionais interno, externo ou mesmo misto, o mais recomendável é que esse processo seja realizado de forma mista, sendo, uma auditoria interna e a outra externa no mínimo uma vez ao ano cada.

Para realizar o processo de auditoria de forma legal é preciso que o profissional seja capacitado e com formação em contabilidade, porém nada impede que o próprio gestor realize auditorias periódicas, mesmo que seja informal, o importante é mostrar que existe controle.

Caso o auditor seja terceirizado é recomendável substitui-lo a cada quatro ou cinco anos para que não haja vicios e influências internas.

Em empresas de pequeno porte que não possuem estrutura e recursos disponíveis para manter um contador ou auditor interno o próprio empresário pode fazer o trabalho elegendo as principais contas contábeis como por exemplo: caixa, estoque, bancos, máquinas, equipamentos, utensílios, veículos, contas a pagar, receber, crédito concedido, linhas de financiamentos, taxas e juros pagos, descontos, abatimentos, conferência das obrigações trabalhistas e demais conformidades.

O patrimonio empresarial deve ser observado e cuidado bem de perto, aqui vale a máxima que "O olho do dono é que engorda o gado".

Este controle é feito também do ponto de vista legal, devido as ações obrigatórias previstas em leis de responsabilidades, procedimentos, conformidades e outras normas existentes na legislação. Os ativos por serem muito voláteis precisam de cuidados especiais, verificar as ocorrências de depreciações, se os mesmos estão em boas condições de uso e se realmente encontram-se disponíveis dentro da empresa conforme registrado.

Neste processo não podemos negligenciar os contratos com parceiros comerciais cujo a finalidade é garantir que as condições acordadas entre as partes sejam cumpridas à risca, no momento em que uma das partes fica insatisfeita e decide valer de seus direitos judicialmente é que se descobrem falhas e cláusulas mal elaboradas.

Para mitigar riscos é preciso revisar todos os contratos com terceiros, inclusive com instituições financeiras a fim de detectar falhas, clausulas abusivas e reduzir custos operacionais e financeiros. Essa revisão poderá ser realizada em parceria com uma assessoria jurídica.  

Quando a organização possui a cultura de auditar periodicamente suas contas acaba mitigando riscos de fraudes, reduz custos e aumenta a receita.

Fonte: Marcelo Garcia

quarta-feira, 24 de maio de 2017

A crise pode gerar grandes oportunidades de negocios 

A crise política, econômica e financeira que está assolando o país prejudica o desenvolvimento da nação e aumenta o desemprego, porém para alguns setores da economia esta situação pode ser transformar em grandes oportunidades de negocios, é o caso do segmento de consultoria empresarial uma vez que as organizações precisam se restruturar para enfrentar os problemas atuais e os que estão por vir.
Rever os controles financeiros e administrativos, inovar, reduzir os custos operacionais, reinventar a área comercial, criar novos produtos e repensar a relação com a comunidade, clientes, parceiros e colaboradores serão ações de extrema importância para quem quer sobreviver.
O custo para manter um gestor administrativo interno formalizado pode ser alto e a terceirização de algumas áreas ligadas a administração pode ser a saída para muitas empresas que estão reduzindo seus quadros de colaboradores sem perder a qualidade da gestão.
As empresas terão que se reinventarem se quiserem continuar no mercado e também terão que se preparar para o pós crise, ou seja, podem estar aí as novas oportunidades de negócios. Uma hora o Brasil vai voltar a crescer, afinal, essa não é a primeira e nem a última crise que passamos, o país já passou por diversas e sempre voltou a crescer cada vez mais forte. Vai sobreviver quem estiver melhor preparado.

"Não há mal que sempre dure nem bem que nunca se acabe"

Fonte: Marcelo Garcia

O que tem levado muitas empresas ao fracasso?

Não é somente a crise que tem levado empresas a bancarrotas, mais sim a má gestão e falta de controle, claro que não podemos negar que uma crise financeira potencializa e muito os problemas internos já existentes, porém essa dificuldade acaba servindo de pretexto para muitos empresários que se aproveitam e pegam carona na situação.
A maioria dos fracassos empresariais ocorrem porque simplesmente a lição de casa não foi feita como deveria, a empresa não estava preparada para enfrentar as adversidades, faltou planejamento, inovação, desenvolvimento de novas parcerias, organização, cuidado com as finanças, atenção aos colaboradores e principalmente ações para evitar desvios de recursos financeiros da pessoa jurídica para a pessoa física a fim de bancar os luxos e as despesas pessoais dos sócios, inclusive de familiares, não que seja errado usufruir do resultado do trabalho, pelo contrário, é justo, mas há de se pensar muito antes de mexer no dinheiro, mesmo quando está apresentando resultados positivos. Retirar dinheiro do caixa da empresa sem planejamento pode sangra-la mortalmente, fazendo com que fique fadada ao fracasso.
É comum o principal gestor em tempos de abundância negligenciar a gestão ou se envolver de tal maneira com o operacional que acaba esquecendo que sua principal missão enquanto líder fundador e empreendedor é pensar estrategicamente no futuro e na perpetuação da sua organização e isso inclui estar preparado para enfrentar possíveis crises e ameaças externas.

Fonte: Marcelo Garcia 

terça-feira, 23 de maio de 2017

Gestão Estratégica de Compras 

O gerenciamento de compras para ser eficaz precisa do apoio e o comprometimento de todos os subsistemas da organização, sendo que um de seus objetivos é a redução de custos tornando a empresa mais rentável e competitiva frente aos concorrentes.
É de responsabilidade da área escolher os melhores fornecedores e para que todos tenham uma diretriz a seguir faz-se necessário elaborar uma política formal onde deverá constar todas as regras, normas e procedimentos adotados nas negociações.
A política deverá conter o passo a passo da negociação, principalmente no que tange a ética de não permitir que seus colaboradores recebam "propinas" muitas vezes disfarçadas em forma de presentes.
A imprensa vem destacando diariamente em seus noticiários as ações de corruptos e corruptores deixando claro que esta é uma prática habitual dentro das organizações, sejam elas grandes ou pequenas, públicas ou privadas. É possível que neste exato momento a sua empresa esteja sendo vítima da ação de fraudadores, por isso a importância de definir uma política e criar meios de acompanhar o cumprimento das normas.

"A corrupção é como o câncer: quanto maior a demora em estabelecer o diagnóstico e iniciar o tratamento, menores são as chances de cura". Alcione alves.

A alta administração em conjunto com a equipe de compras deverá definir como serão os processos e então delinear para que seja do conhecimento de todos. Em hipótese alguma essas regras deverão ser engessadas devendo ser revista periodicamente ou sempre que houver fatos relevantes que envolvam a área ou o segmento.  
Esse tipo de estratégia visa proteger o patrimônio da empresa e consequentemente garantir negociações mais saudáveis, ações como: definir em que período as compras serão realizadas; quantidade mínima de cotações; regras de exclusão de fornecedores; envolver todas as áreas da empresa para programar com antecedência o planejamento de compras; manter atualizados os custos dos principais produtos; monitorar e trabalhar com estoque mínimo de segurança; definir alçadas de compras; definir os casos em que serão necessários a elaboração de contratos; manter o cadastro de fornecedores sempre atualizadas: definir quem serão os responsáveis por autorizar e assinar as ordens de compras; realizar auditorias periodicamente e manter sempre as informações em sistemas de fácil acesso.
Quando se trata de parcerias comerciais é preciso priorizar as empresas que possuem ilibada idoniedade, também é importante saber se o fornecedor homologado será capaz de hontar os compromissos assumidos garantindo produtos de qualidade, preços e prazos de entregas.
Além de atender os requisitos descritos o parceiro deverá ter um excelente Pós-Venda para sanar com agilidade os problemas e dúvidas que por ventura venham a surgir. De nada adianta fechar um excelente negócio que não é honrado.
Dominar técnicas de negociações é fundamental, o negociador precisa conhecer muito bem a cultura interna, bem como os detalhes dos produtos cotados, neste momento a empresa tem papel relevante de oferecer treinamentos específicos, inclusive sobre ética.

"Chamamos de ética o conjunto de coisas que as pessoas fazem quando todos estão olhando. O conjunto de coisas que as pessoas fazem quando ninguém está olhando chamamos de caráter". Oscar Wilde.

Independente do porte ou segmento a gestão de compras não pode ser negligenciada, pelo contrário, precisa ser profissionalizada com regras claras e muito bem definidas, os negociadores precisam estar sempre atualizados e preparados a fim de mitigar riscos com negócios mal conduzidos que geram enormes prejuízos levando empresas ao fracasso.

"O segredo de um grande negócio consiste em saber algo que ninguém mais sabe" Aristóteles Onassis.

Fonte: Marcelo Garcia